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19 de janeiro de 2014

Metade exilada de mim

Meu amor. Meu querido. Meu babe. Falamos de tantas coisas no tempo em que fizemos parte um da vida do outro. Previmos tanto. Tantos planos, papos, risadas, chacoalhadas. Lá no fundo eu sabia que essa dor chegaria. Mas não queria acreditar. Lidar com isso. Não posso acreditar que você não estará mais no meu GPS. Deu tempo de fazer umas coisas, outras passaram longe, mas acredito que só pelo fato da sua vibração ter mudado nos últimos dias, tenha transmutado muita energia por ai. Você se libertou, meu amor. Voe livre. Voe feliz. Longe ou perto, sempre seremos nós.

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