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15 de agosto de 2013

Era uma vez

Uma moça. Um rapaz. Eles nunca trocaram uma palavra. Apenas alguns olhares. Não sabiam o que tinham em comum, exceto o bar que frequentavam e a profissão.

E então, num belo dia, depois que ele parou de olhar – e ela deixou pra lá  - se encontram numa ocasião impossível de se imaginar. Era quase filme. Se fosse novela, diriam: “forçou”. Era sonho? Indagou ela. É perseguição? Precaveu ele. Não. Era só um encontro. Um esbarrão. Um tropeço. Numa cidade chamada Nova Iorque – onde muitos filmes acontecem – o deles também aconteceu. Mas aquilo ali era vida. Era real? E depois do tropeção, os dois com olhares assustados, meio em câmera lenta, meio depressa demais, ele ia saindo e ela disse: Ei, aqui você vai me falar “oi”, não? E ele não teve tempo. O passarinho cantou. Ela acordou. Ah! como pode um passarinho cantar as quatro da manhã?

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