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15 de abril de 2011

Qual a força do seu pensamento?

Ouço por aí que o pensamento tem força; que, dependendo do que se pensa, até move montanhas.  Na maioria dos casos em que essa ‘força’ é lembrada é para bloquearmos os pensamentos ditos ‘negativos’. Quando sofremos dores de amor, problemas no trabalho ou até de dinheiro – e maldizemos a sorte, sempre alguém ao lado nos repreende. Porém, é muito difícil encontrar pessoas que incentivem o otimismo. Pelo contrário: se divagamos sobre hipóteses difíceis, como namorar tal pessoa que não esteja em seu círculo de relacionamentos, ou uma viagem dos sonhos, recebemos um diagnóstico simples: é loucura. Afinal, que força é essa que precisa ser otimista quando se está na pior, mas que não segue o mesmo ritmo em se tratando de sonhos e projetos? E mais: por que é tão difícil manter o pensamento positivo no dia-a-dia? (mais…)

23 de julho de 2010

Cultivar amizades é preciso. Navegar, nem tanto

Esta semana, no dia 20 de julho, comemoramos o dia internacional do amigo. A data, criada pelo hermano Enrique Ernesto Febbraro, foi inspirada na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969. Ele considerou o ato científico como uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo e durante um ano o argentino divulgou o lema “Meu amigo é meu mestre, meu discípulo é meu companheiro”. Deste modo, o Dia do Amigo foi adotado na Argentina por decreto e, gradualmente, em outras partes do mundo. (mais…)

12 de maio de 2010

Quem confere o aval divino?

Dias atrás, a caminho do escritório, me deparei com a seguinte frase no banco do ônibus: “Deus fez e ama a diversidade”. Isso me fez pensar em todas as “lições” que as pessoas intitulam “ensinamentos divinos”. Sem entrar no mérito da diversidade, fiquei pensando que, se deus existisse mesmo, ele deve estar de saco bem cheio da sua cria. (mais…)

10 de maio de 2010

Cadê a paixão que estava aqui?

Olhei pra ele ali na cama, deitado e não o reconheci. As palavras que saiam da sua boca não pareciam com tantas outras que me conquistaram. Olhei fixamente para encontrar o cara que tinha me apaixonado e não o via naquele corpo. A paixão, que quase me enlouquecera nas últimas semanas, tinha saído para dar um passeio. Cansou de mim. Se foi sem se despedir. Eu me senti derrotada. O curioso foi ele perceber essa derrota – antes mesmo de mim – e sem saber qual a batalha que eu perdia ali. (mais…)

22 de abril de 2010

Cresce o debate sobre a legalidade das LAN Houses no Brasil

Para o Cotidiano Digital

A discussão entre especialistas sobre a  formalização legal das LAN Houses e a responsabilidade social de seus proprietários ganha força no Brasil, já que, depois das residências, esses estabelecimentos comerciais são o lugar de onde o brasileiro mais acessa a internet; dados do IBGE indicam que 35,2% dos internautas do país usam a web por LAN Houses e só perdem para o acesso residencial, com 57,1%.  O debate gira também em torno da questão sobre o quanto esses estabelecimentos comerciais podem auxiliar no processo de inclusão digital e social. Afinal, as Lan Houses ajudam nesse processo ou aumentam os riscos de superexposição de crianças e adolescentes, sendo mais um meio de acesso para a criminalidade online?  (mais…)

20 de abril de 2010

Você sabe exatamente o que compartilha no Facebook?

Que a rede de relacionamento social Facebook vem conquistando cada vez mais brasileiros para mergulhar nos jogos, aplicativos e informações que o sistema concorrente do Orkut oferece, ninguém tem dúvida. Ela vem seduzindo e atraindo desde pessoas acostumadas a ter perfis em outras redes sociais até internautas de primeiras navegações e em ambos os casos é importante saber exatamente o quanto das informações pessoais devem ou não serem disponibilizadas publicamente para o acesso de qualquer pessoa.

(mais…)

19 de abril de 2010

Seu filho está seguro na rede?

Os princípios de ética e segurança são passados pelos pais aos seus filhos desde muito cedo. Não conversar com estranhos e não aceitar ajuda de desconhecidos, prestar atenção ao caminhar pelas ruas, são algumas dessas regras. Mas e quando o mundo é virtual? Os pais estão preparados para educar digitalmente uma criança? (mais…)

12 de abril de 2010

Zeca Baleiro entreia programa de rádio na internet

Com muito bom humor e tiradas ótimas, estreou ontem, 11, na Rádio UOL, o programa Biotônico. Idealizado e apresentado por Zeca Baleiro, em parceria com Otávio Rodrigues e Celso Borges, o programa propõe o resgate do “rádio à moda antiga”. Em formato de almanaque, além de muita música, traz curiosidades, bate-papos, aforismos e poesias. (mais…)

23 de maio de 2008

Resenha – O Bem Amado

A peça conta a história de Odorico Paraguaçu, prefeito corrupto da cidade fictícia de Sucupira, no litoral da Bahia. Para se eleger prefeito, o até então vereador Odorico Paraguaçu promete aos eleitores um cemitério para a cidade. O problema, porém, é que em Sucupira não há registro de óbitos, o que o deixa em situação desfavorável diante da oposição.

Para recuperar sua imagem abalada e se manter no cargo, Odorico Paraguaçu precisa a qualquer custo inaugurar o cemitério, o que o leva a contratar o jagunço mais temido da região, Zeca Diabo. Para disfarçar a situação Odorico Paraguaçu nomeia o jagunço como delegado da cidade.

Extremamente mulherengo, o prefeito mantém um caso amoroso com cada uma das três irmãs cajazeiras, sendo inclusive, uma delas, casada com seu secretário Dirceu Borboleta. Este ganha destaque quando acredita nas intrigas do prefeito sobre uma suposta traição da mulher com um dos integrantes da oposição. O plano de Odorico quase dá certo: Dirceu Borboleta furioso mata a mulher. Mas a tentativa de Odorico para inaugurar o cemitério se esvai quando aparece o testamento da mãe da morta exige que ela seja enterrada na cidade vizinha.

Por fim, o plano do prefeito é concretizado quando ele mesmo se torna o primeiro a ser enterrado no cemitério, morto por vários tiros pelo seu próprio delegado revoltado, o Zeca Diabo.

O espetáculo marca o encontro inédito entre Marco Nanini e a Cia. Dos atores. O texto de Dias Gomes, originalmente criado para o teatro, retorna aos palcos com a brilhante adaptação de Guel Arraes e Claudio Paiva. No palco, a direção de arte de Gringo Cardia apresenta detalhes do estilo Barroco, após longa pesquisa sobre estética da periferia. Figurinos em cores exageradas, painéis que reproduzem xilogravuras de cordel, cartazes e lambe-lambes dão ao espetáculo ainda mais vivacidade.

Nanini está fantástico na interpretação, deixando nada a desejar se compararmos sua atuação à de Paulo Gracindo, na trama exibida na televisão em 1973, como a primeira novela produzida em cores no Brasil. Vale conferir e dar boas risadas.

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