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9 de janeiro de 2014

Interferências

Não gosto muito de usar a escrita para me comunicar sobre assuntos pessoais. A depender de mim, o telefone jamais deixaria de existir. Na escrita formal ou profissional, que não inclui emoções, é mais fácil. Acontece uma interpretação além vez ou outra, mas nada que enlouqueça. Como por exemplo, a pessoa que finaliza um email com o tal “grata” me irrita. O “grata”, para mim, soa como se eu não tivesse feito mais que a obrigação. Em se tratando de assuntos profissionais muitas vezes é verdade. Mas um pouco de gentileza e humildade não faz mal a ninguém. O “grata” não inclui esses predicados na minha interpretação. (mais…)

10 de agosto de 2013

A descontrução do mito

A vida inteira ouvi que tem que trabalhar duro para vencer na vida. Nos desejos de ano novo, nos votos de felicidade de um aniversário, o pedido de muito trabalho para mim – ou para o outro – está sempre presente. E verdade seja dita, ele sempre sai do desejo para o real. Trabalho, trabalho e mais trabalho. “Graças a deus”, pensa um que está lendo isso agora. “Que bom né?”, indaga o outro, mentalmente. Existe até um dito popular que “o único lugar que o sucesso vem antes do trabalho é o dicionário”. Pois bem, estava eu na terapia – falando de trabalho, claro – quando, sem muito alarde, minha terapeuta diz que, a busca correta é pela abundância, pois, desta forma, o trabalho vem acoplado com grana, satisfação, tempo para as milhares de outras coisas da qual precisamos: amores, amigos, filhos, viagens, enfim, aquilo que realmente importa na vida. E mudou de assunto. (mais…)

6 de abril de 2010

Ah, o amor! Oh não, a convivência!

Vejo por aí muita gente se amando em uma semana e acho tudo isso muito superficial. Explico: Fulano conhece cicrano na faculdade, tomando um chopinho ou até na internet e de repente já são os melhores amigos. Cada qual com seu marketing pessoal. Arriscam-se até uma alma-gêmea ou coisa parecida para rotular o encontro. Tão rápido o amor, mais rápido o ódio. Não existe mais aquele “glamour” da convivência, do todo. Você fala como é, o outro acredita e pronto! Fez-se o milagre do amor/amizade a primeira vista. (mais…)

6 de abril de 2010

A cobrança, os conflitos, as indagações

Acredito que o bom senso deva sempre estar presente nos relacionamentos, amorosos e de amizade, para serem duradouros e felizes. Quando começamos a cobrar carinho, presença e sensibilidade é sinal que alguma coisa não vai bem. A questão é: quando calar para não desgastar e quando falar para não perdermos o que conquistamos? (mais…)

6 de abril de 2010

Escolhas

“Somos nossas escolhas” – Esta frase estampada no MSN de uma amiga foi o estopim para pensar em escolhas e se realmente elas interferem em outro caminho ou não. Explico: E se tivéssemos três opções, mas, sempre mascaradas, pois a sua escolha seria apenas aquela que você elegeu e as outras só um disfarce para provar o tal livre arbítrio? (mais…)

6 de abril de 2010

Palavras

Sempre tive um fascínio especial por palavras. Uma vez, lendo a crônica “Palavras” da Adriana Falcão, tive a mesma sensação de Jorge Luis Borges quando disse que há textos que nos dão vontade de terem sido escritos por nós. Pela simplicidade, pela beleza e principalmente pelo funcionamento que elas apresentam. Eis um trecho: “A palavra nuvem, chove. A palavra triste chora. A palavra sono, dorme. A palavra tempo, passa. A palavra fogo, queima. A palavra faca, corta. A palavra carro, corre. A palavra palavra, diz o que quer. E nunca desdiz depois.” (mais…)

31 de março de 2010

Cem Anos de Solidão é para ler cem vezes

Cem Anos de Solidão – Gabriel Garcia Márquez – Editora Record

José Arcádio Buendía encontrava, todos os dias, o homem que ele próprio matou. Fundou uma cidade planejada para que as casas recebessem o sol igualmente. Apaixonou-se pela ciência e por um senhor chamado Melquíades, que lhe revelava todos os segredos da alquimia. Enlouqueceu com os próprios pensamentos e passou o fim de seus dias amarrado em um castanheiro. Este é o patriarca da família Buendía, que tem sua saga contada em “Cem anos de Solidão”. Neste livro, Gabriel Garcia Márquez narra a triste história de uma estirpe de solitários que não tem uma segunda chance sobre a terra. E não para por aí. (mais…)

30 de março de 2010

Os “Dourados” do nosso Brasil

Em fevereiro deste ano, um grupo de Homossexuais fez um ‘Beijaço Gay’ em São Paulo em defesa do Plano Nacional dos Direitos Humanos. Até aí, nenhum fato surpreendente. O que me chamou a atenção foram os comentários preconceituosos deixados em um site de notícias que deu uma nota sobre o assunto. Era uma avalanche de palavrões e manifestações homofóbicas e preconceituosas, vinda de homens e mulheres. Foi um choque para mim. Onde foram parar todos aqueles discursos da diversidade e do respeito aos seres humanos independente de raça, religião e opção sexual? Com certeza não estava naqueles comentários. (mais…)

20 de fevereiro de 2010

Positivo ou negativo

Ouço por aí que o pensamento tem força; que, dependendo do que se pensa, até move montanhas. Na maioria dos casos em que essa ‘força’ é lembrada é para bloquearmos os pensamentos ditos ‘negativos’. Quando sofremos dores de amor, problemas no trabalho ou até de dinheiro – e maldizemos a sorte, sempre alguém ao lado nos repreende. (mais…)

10 de fevereiro de 2010

Amores, Biotronic e Nietzsche

As redes sociais viraram febre no mundo e trouxeram com elas os jogos online. Hoje em dia é comum ouvir, em plena balada, que a fazenda está a todo vapor ou que o apartamento está um luxo. Tudo virtual, claro. Até aqueles que não se interessavam por jogos se renderam. (mais…)

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