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19 de fevereiro de 2014

Quando o texto não vem

E o texto nunca vem. Passo horas olhando a tela em branco. O espaço existe, as ideias estão todas aqui, mas quando penso em desenrolar o tema, suspiro, lembro de você e chego à conclusão que o assunto é  “mais do mesmo”. (mais…)

19 de janeiro de 2014

Metade exilada de mim

Meu amor. Meu querido. Meu babe. Falamos de tantas coisas no tempo em que fizemos parte um da vida do outro. Previmos tanto. Tantos planos, papos, risadas, chacoalhadas. Lá no fundo eu sabia que essa dor chegaria. Mas não queria acreditar. Lidar com isso. Não posso acreditar que você não estará mais no meu GPS. Deu tempo de fazer umas coisas, outras passaram longe, mas acredito que só pelo fato da sua vibração ter mudado nos últimos dias, tenha transmutado muita energia por ai. Você se libertou, meu amor. Voe livre. Voe feliz. Longe ou perto, sempre seremos nós.

10 de agosto de 2013

De Napoleão Bonaparte para Josefina

“Já não te amo: ao contrário, detesto-te. És uma desgraçada, verdadeiramente perversa, verdadeiramente tola, uma verdadeira Cinderela. Nunca me escreves; não amas o teu marido; sabes quanto prazer tuas cartas dão a ele e ainda assim não podes sequer escrever-lhe meia dúzia de linhas, rabiscadas apressadamente. Que fazes o dia todo, Madame? Que negócio é assim tão importante que te rouba o tempo para escrever ao teu devotado amante? Que afeição abala e põe de lado o amor, o terno e constante amor que lhe prometeste? Quem será esse maravilhoso novo amante que te ocupa todos os momentos, tiraniza seus dias e te impede de dedicar qualquer atenção ao teu esposo? Cuidado, Josefina: alguma bela noite as portas se abrirão e eu surgirei. Na verdade, meu amor, estou preocupado por não receber notícias tuas; escreve-me neste instante quatro páginas plenas daquelas palavras agradáveis que me enchem o coração de emoção e alegria. Espero poder em breve segurar-te em meus braços e cobrir-te com um milhão de beijos, candentes como o sol do Equador. Bonaparte”

De Napoleão Bonaparte para Josefina

10 de agosto de 2013

Não

E então, eu olhei bem nos olhos dele e disse “não”. Não, eu não quero tentar. Não para todos os dias de solidão acompanhada. Não para os seus preconceitos. Para os seus anseios. Para os seus nãos. Disse porque foi a única palavra que saiu. Não e ponto. Não e nenhuma explicação. Nenhum sorriso. Nenhuma cara triste. (mais…)

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