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19 de fevereiro de 2014

Quando o texto não vem

E o texto nunca vem. Passo horas olhando a tela em branco. O espaço existe, as ideias estão todas aqui, mas quando penso em desenrolar o tema, suspiro, lembro de você e chego à conclusão que o assunto é  “mais do mesmo”. (mais…)

19 de janeiro de 2014

Metade exilada de mim

Meu amor. Meu querido. Meu babe. Falamos de tantas coisas no tempo em que fizemos parte um da vida do outro. Previmos tanto. Tantos planos, papos, risadas, chacoalhadas. Lá no fundo eu sabia que essa dor chegaria. Mas não queria acreditar. Lidar com isso. Não posso acreditar que você não estará mais no meu GPS. Deu tempo de fazer umas coisas, outras passaram longe, mas acredito que só pelo fato da sua vibração ter mudado nos últimos dias, tenha transmutado muita energia por ai. Você se libertou, meu amor. Voe livre. Voe feliz. Longe ou perto, sempre seremos nós.

9 de janeiro de 2014

Interferências

Não gosto muito de usar a escrita para me comunicar sobre assuntos pessoais. A depender de mim, o telefone jamais deixaria de existir. Na escrita formal ou profissional, que não inclui emoções, é mais fácil. Acontece uma interpretação além vez ou outra, mas nada que enlouqueça. Como por exemplo, a pessoa que finaliza um email com o tal “grata” me irrita. O “grata”, para mim, soa como se eu não tivesse feito mais que a obrigação. Em se tratando de assuntos profissionais muitas vezes é verdade. Mas um pouco de gentileza e humildade não faz mal a ninguém. O “grata” não inclui esses predicados na minha interpretação. (mais…)

13 de novembro de 2013

Cara-metade-inteiro

Sabe quando você olha um cara e tem a impressão que o conhece de algum lugar? Recorre a memória, olha pro alto,  lado direito, aperta os lábios e pensa: mas de onde? E a lembrança vem em vultos. Não se reconhece o lugar, nem a circustância, mas o sujeito  está lá. Passa-se um tempo, um novo encontro. Que raios! Não faz ideia. Mas se sente íntima, próxima, quase amantes. (mais…)

12 de setembro de 2013

Bandeira branca

Resolvi dar uma trégua
às minhas culpas
à autocrítica
aos meus anseios
à frustração (mais…)

26 de agosto de 2013

Pequenos prazeres

Certa vez ouvi de uma pessoa – que parecia ter tudo – que felicidade era encontrar o fio dental depois de comer pipoca. Eu era adolescente. Nunca esqueci essa frase. Toda vez que me deparo com pequenos prazeres penso nessa moça, que era minha chefe à época. Sim. Podemos encontrar felicidade nas pequenas coisas do dia a dia. (mais…)

25 de agosto de 2013

Passo o ponto

Outro dia recebi um convite no Facebook para participar de um evento: livros com 50% de desconto. Em uma semana, a livraria na rua de casa, motivo de orgulho da vizinhança, fecharia suas portas. Sim, nem o pequeno bistrot montado na parte de cima do imóvel salvou da falência aquele pequeno espaço que vendia livros. O lugar era charmoso. Os livros eram vendidos a preço de catálogo. O cliente ainda tinha 5% de desconto se pagasse no débito. A livraria também oferecia wi-fi livre e bom, espaço de coworking para aqueles que precisavam se reunir ou que trabalhavam em home office, e podiam ficar ali tomando um cafezinho. Era bom. Era o fim. (mais…)

15 de agosto de 2013

Era uma vez

Uma moça. Um rapaz. Eles nunca trocaram uma palavra. Apenas alguns olhares. Não sabiam o que tinham em comum, exceto o bar que frequentavam e a profissão. (mais…)

13 de agosto de 2013

Como se apaixonar por um cantor

Vá ao show sem fazer a menor ideia de quem ele é – e nem seu estilo. Acomode-se na cadeira e deixe a alma flutuar. Depois, permita-se invadir pela primeira música e viaje. Já com a sensação de estar no lugar certo, e que seus ouvidos estão recebendo um carinho atrás do outro, seja surpreendida por Chico Buarque no palco, para uma canja.

Pronto. (mais…)

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